Livro “Negros e Alvos: a exceção não pode servir para exemplo” – Foca nos efeitos psicológicos da falsa “democracia racial”

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A agenda de lançamento do livro, que inicia dia 10 de março, inclui pocket shows e bate-papo com o autor, o Show “Negros e Alvos”, no quilombo urbano Aparelha Luzia e Saraus em livrarias e pontos de resistência paulistanos. A obra debate efeitos psicológicos do mito da “democracia racial”

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Entre os dias 10 de março e 07 de abril, equipamentos culturais da cidade de São Paulo irão receber ações de lançamento do livro “Negros e Alvos: a exceção não pode servir para exemplo”, do escritor e compositor Monahyr Campos. A obra parte de um texto de dramaturgia para discutir o importante tema do mito da democracia racial, focando seus perversos efeitos psicológicos para a população negra – uma vez que a discriminação neste contexto ocorre de forma velada. O mito da democracia racial invoca a ideia de ausência de preconceitos contra negros e de convivência harmônica tendo a miscigenação da população brasileira como argumento principal.

A obra de Gilberto Freyre, “Casa Grande e Senzala” (1933) é uma das grandes referências sobre assunto por ter introduzido o conceito, que mais tarde foi batizado pelo próprio autor em outros textos, como “democracia racial”.

O texto de Campos possui também canções que serão interpretadas no formato voz, violão e percussão e apresentadas nas versões pocket show e bate-papo com o autor, durante as atividades de lançamento, que também incluem um show completo do artista.

Compositor e multi-instrumentista, escritor e professor, Monahyr Campos é paulistano da Brasilândia e reúne em seu trabalho sonoridade africana, MPB e música eletrônica.

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