8 séries para maratonar, 1 para cada temática do inclusão 360

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Não é novidade que as séries dominaram a cultura pop mundial, adoramos isso, ainda mais sabendo que temas complexos e importantes são tratados, alguns de forma leve e outros de forma bem acentuada, por esses ícones.

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Para te ajudar a escolher a sua próxima série separamos uma lista de 8 séries que tratam das temáticas abordadas no Inclusão 360 . Bora assistir e recomendar aos amigos?

 

Pessoas com deficiência:

Special

 

Um jovem gay e com uma leve paralisia cerebral decide recomeçar sua vida e fazer tudo aquilo que sempre desejou, mas adiava: conquistar o primeiro emprego, morar sozinho e longe da mãe controladora e começar um relacionamento amoroso. Mas realizar esses sonhos tem um custo: se passar por vítima de um acidente.

Essa série baseada na biografia do autor mostra as dificuldades em se aceitar e apresentar para o mundo como deficiente e gay, os preconceitos que o próprio indivíduo pode carregar, a importância da amizade e como se abrir ao mundo pode trazer um aprendizado sem igual. Série rápida (episódios de 15 minutos e perfeita para maratonar em uma noite).

 

Mulheres

The Handmaid’s Tale

Baseado na obra de Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale conta a história na distopia de Gileade, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado.

Qualquer semelhança com acontecimentos e falas de figuras públicas da atualidade não são meras coincidências, a série vem nos alertar sobre o crescimento do autoritarismo, machismo e direita conservadora e o risco disso para as mulheres, e para a sociedade como um todo. Se essa série não te fizer pensar sobre o presente, não sabemos o que fará. Prepare-se a série e densa e te prenderá no sofá por horas a fio.

 

Negros

Cara gente branca

Ambientada em uma faculdade predominantemente branca, a série acompanha um grupo diversificado de estudantes enquanto enfrentam tensões raciais, que frequentemente são varridas para debaixo do tapete.

Dear White People é uma amostra da América “pós-racial” e conta também uma história universal sobre trilhar o próprio caminho. Abordando temas sérios com uma dose de humor ácido, a série pode ajudar a abrir os olhos do seu amigo branco que diz que não existe racismo e que “todo esse papo é mimimi”.

Idosos

Great News

Quando a produtora de televisão em ascendência Katie (Briga Heelan) descobre que sua mãe autoritária foi aceita como estagiária no canal onde trabalha, pensou que estivesse tendo um pesadelo. A jovem vai descobrir, com o tempo, que talvez ter sua maior apoiadora na equipe pode trazer o reconhecimento que ela sempre soube que merecia.

Ok, apesar da série mostrar a vida da filha, a grande estrela é Carol, uma mãe que sofre das dúvidas de sua capacidade apenas por conta da idade. E durante o caminho ela descobre que não é a única insegura profissionalmente e pessoalmente. Um comédia de exageros, mas que não permite que os personagens caiam na mesmice.

 

Imigrantes

One day at time

Uma família americana com raízes próximas em Cuba, composta por uma mãe recém-divorciada e ex-militar que precisa criar sua filha adolescente e o filho mais jovem, com a ajuda de sua mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo Schneider.

Infelizmente não achamos uma série que retrate todas as dificuldades dos imigrantes e refugiados, como os que vêm ao Brasil, mas nessa vemos, pela ótica de uma família de origem cubana, dramas e preconceitos que são muito parecidos com os vivenciados pelo mundo. Além dessa temática a série nos brinda com boas doses de empoderamento feminino, LGBTfobia, dramas familiares e conflitos da terceira idade. Essa é a verdadeira série INCLUSÃO 360.

 

Indígenas

Guerreiros da Floresta

A luta das três maiores lideranças indígenas do Brasil: as etnias Yanomami, Huni Kuin e Saruí. Perseguidas no país por fazendeiros e mineradores, essas comunidades são unidas pela mesma luta: defender a sustentabilidade da Amazônia e a herança cultural de seus povos.

A série mostra a luta dos povos e como é difícil a vida dos verdadeiros donos do Brasil, vale a pena maratonar. Ela está disponível no canal do Futura no youtube.

 

Periferia

Cidade dos Homens

Laranjinha (Darlan Cunha) e Acerola (Douglas Silva) são dois grandes amigos que vivem em uma comunidade e que precisam enfrentar a pobreza e o poder que o tráfico de droga exerce em cima de seu cotidiano. Acerola é um menino tranquilo que nunca se envolveu com o tráfico, mas acaba entrando em diversos problemas por conta de Laranjinha, que se envolve com o pessoal que movimenta o tráfico.

Série antiga, mas super atual. Mostra a realidade em diversas comunidades brasileiras, com o jovem honesto tentando resistir às tentações e provocações do mundo, enquanto cuidam da família e mantém o sorriso no rosto. Amizade, preconceito e choque de realidade, essa é a base dessa série.

LGBTQI+

Alex Strangelove

Alex Truelove (Daniel Doheny) é um aluno exemplar do último ano do Ensino Médio. Ele tem um grande futuro pela frente, mas antes de se formar ele quer alcançar o último marco da adolescência: perder a virgindade com a sua namorada, Claire (Madeline Weinstein). Tudo se complica quando ele conhece Elliot (Antionio Marziale), um charmoso menino gay que sem querer põe Alex em uma jornada de autodescoberta.

Toda a saga de uma pessoa descobrindo sua sexualidade, a atração inesperada pelo mesmo sexo, a dúvida sobre sua hetero, homo ou bisexualidade, tudo isso misturado com os conflitos de um jovem às portas da vida adulta fazem dessa série uma boa pedida para dias e mais dias colados no sofá.

Essa é a nossa lista, tem alguma recomendação? Algo que ficou de fora da lista? Escreva nos comentários, prometemos uma nova assim que possível.

 

Por: Jessica Crespin e Hebert Luiz Terra Gaban

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