Conselho Médico afirma: profissionais trans usarão nome social em suas plataformas

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Os profissionais da medicina transgêneros poderão usar seus nomes sociais incluídos no cadastro dos Conselhos Regionais de Medicina. A informação foi atualizada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

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Conforme o CFM, a decisão foi tomada após receber alguns pedidos de profissionais. O caso foi avaliado junto aos regionais. O nome social passará a constar nas páginas dos Conselhos juntamente com o nome civil, desde que os profissionais oficializem os pedidos.

No entanto, a instituição informa que não será possível realizar a retificação do nome da carteira de identificação profissional sem fazer um pedido jurídico. “Para proceder essa alteração o médico, deve obter autorização judicial, o que possibilita a mudança de todos os seus documentos de forma definitiva”, pontua o documento da assessoria do CFM.

Em 2016, o CFM já havia falado sobre os profissionais transgênero. Na época, foi decidido que médicos trans poderiam usar o nome social em documentos administrativos internos e em seus locais de atuação.

A busca pelo nome social é uma das grandes lutas da comunidade trans. Pesquisas mostram que respeitar o nome social de pessoas transgênero diminui significativamente a taxa de suicídio e, principalmente, de depressão entre a comunidade.

Dificuldades profissionais

Se para profissionais trans com ensino superior estava díficil, para a maioria das pessoas transgêneras as dificuldades são ainda maiores, a maior parte abandona a escola assim que se descobre trans e não terminam o ensino médio, enfrentando enormes dificuldades para sair do preconceito e encontrarem seu espaço no mercado de trabalho. No 1 fórum Inclusão 360 para o Mercado de Trabalho, diversos depoimentos de mulheres trans visaram apresentar ao empregadores que é preciso dar espaço e oportunidades.

Instituições como o NURAP, por exemplo, buscam parcerias com grandes empresas para incluir pessoas trans por meio da aprendizagem e de vagas efetivas, oferecendo apoio psicológico e social, mas é preciso contar com o apoio da sociedade civil e romper ainda mais barreiras. Para contratar pessoas trans e abrir espaço para o crescimento profissional delas contate o Nurap clicando aqui.

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